{"id":2095,"date":"2024-07-10T19:48:58","date_gmt":"2024-07-10T22:48:58","guid":{"rendered":"https:\/\/ajustica.net\/?p=2095"},"modified":"2024-07-10T19:49:00","modified_gmt":"2024-07-10T22:49:00","slug":"incompetencia-e-falta-de-medicamentos-aceleram-morte-nos-hospitais-de-angola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ajustica.net\/index.php\/2024\/07\/10\/incompetencia-e-falta-de-medicamentos-aceleram-morte-nos-hospitais-de-angola\/","title":{"rendered":"INCOMPET\u00caNCIA E FALTA DE MEDICAMENTOS \u201cACELERAM\u201d MORTE NOS HOSPITAIS DE ANGOLA"},"content":{"rendered":"\n<p>Alguns pacientes e familiares relataram \u00e0 Lusa situa\u00e7\u00f5es dram\u00e1ticas no acesso aos servi\u00e7os de sa\u00fade p\u00fablica em Angola e afirmaram que neglig\u00eancia, mau atendimento, falta de medicamentos e de recursos humanos s\u00e3o respons\u00e1veis pelo \u201cacelerar\u201d das mortes hospitalares.<\/p>\n\n\n\n<p>POR: JUSTI\u00c7A<\/p>\n\n\n\n<p>Muitos pacientes que acorrem aos hospitais p\u00fablicos angolanos morrem, n\u00e3o pela doen\u00e7a, mas por falta de cuidados e da devida aten\u00e7\u00e3o dos t\u00e9cnicos de sa\u00fade, afirmaram alguns familiares de doentes, que pernoitam \u00e0 entrada dos hospitais de Luanda.<\/p>\n\n\n\n<p>A falta de medicamentos e meios m\u00e9dicos (luvas, algod\u00e3o, fraldas, seringas e outros), de laborat\u00f3rios para exames especializados e at\u00e9 de refei\u00e7\u00f5es para os pacientes obrigam dezenas de familiares a acamparem junto dos hospitais para garantirem \u201csocorro e solidariedade\u201d aos seus.<\/p>\n\n\n\n<p>Maria Lopes, 41 anos, contou \u00e0 Lusa que j\u00e1 perdeu mais de uma dezena de familiares diretos nos \u00faltimos 16 anos em hospitais p\u00fablicos do pa\u00eds, n\u00e3o devido a doen\u00e7as, \u201cmas por conta do mau atendimento dos t\u00e9cnicos de sa\u00fade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cHoje n\u00e3o temos essa seguran\u00e7a [nos hospitais], eu pelo menos n\u00e3o tenho\u201d, disse a gestora que chegou ao Hospital do Prenda \u00e0s primeiras horas do dia para visitar um irm\u00e3o ali internado e at\u00e9 perto das 10:30 n\u00e3o tinha qualquer informa\u00e7\u00e3o sobre o seu estado de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>Sentada sobre cart\u00f5es espalhados na cal\u00e7ada principal que d\u00e1 acesso \u00e0 unidade hospital, ladeada de dezenas de mulheres que ali passam a noite, expostas ao frio e outros riscos, Maria disse que a \u201cfalta de amor\u201d, de comunica\u00e7\u00e3o e dedica\u00e7\u00e3o dos profissionais da sa\u00fade obriga os familiares a ficarem \u00e0 porta dos hospitais durante largos dias.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 mais f\u00e1cil estar aqui, mais perto do meu irm\u00e3o, d\u00e1-me tempo, por exemplo, se precisarem de alguma coisa, porque normalmente nos hospitais \u00e9 assim, porque \u00e0s vezes n\u00e3o tem dipirona [medicamento], \u00e0s vezes n\u00e3o tem luvas e outras coisas\u201d, disse, enquanto ao lado outras pessoas acenavam a cabe\u00e7a em jeito de concord\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Porque \u201cnem sempre eles (m\u00e9dicos e\/ou enfermeiros) dizem (que h\u00e1 car\u00eancia de material), mas as vezes eles deixam de atender porque n\u00e3o querem pedir e a pessoa acaba morrendo. Para isso n\u00e3o acontecer n\u00f3s ficamos aqui de preven\u00e7\u00e3o, s\u00f3 por isso\u201d, enfatizou.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s contar o drama do sobrinho que morreu no ano passado numa unidade hospitalar p\u00fablica em Viana, por n\u00e3o ter sido medicado durante tr\u00eas dias, e de outros que morreram em circunst\u00e2ncias similares, Maria deplorou o acesso \u00e0 sa\u00fade em Angola.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 das piores, porque cada dia quando olho para as unidades hospitalares, hoje temos das melhores a serem inauguradas, com equipamentos de ponta, mas o que nos falta s\u00e3o recursos humanos (\u2026). Vimos perdendo muitas vidas porque n\u00e3o h\u00e1 amor, n\u00e3o h\u00e1 amor \u00e0 profiss\u00e3o e \u00e0s pessoas\u201d, lamentou.<\/p>\n\n\n\n<p>Maria In\u00e1cio, de 52 anos, tamb\u00e9m se queixa, ela que tem a tia internada no Hospital do Prenda, h\u00e1 quase uma semana, per\u00edodo em que tem pernoitado nas imedia\u00e7\u00f5es para atender a qualquer chamada dos familiares.<\/p>\n\n\n\n<p>Contou que por vezes permitem que aceda \u00e0 sala de internamento, momentos que usa para trocar fraldas da paciente, para lhe dar de comer e mesmo para comprar alguns dos medicamentos receitados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTemos que ficar mesmo aqui, mesmo no frio, estamos a dormir aqui desde domingo passado\u201d, frisou.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m agastado com o atendimento no Hospital do Prenda est\u00e1 Mahula Armindo, 39 anos, que, em finais de abril passado, partiu o bra\u00e7o direito.<\/p>\n\n\n\n<p>Em busca de assist\u00eancia dirigiu-se a este hospital \u00e0s 22:00, mas apenas foi atendido \u00e0s 02:00, sem que lhe fosse administrado qualquer analg\u00e9sico para atenuar as intensas dores que sentia.<\/p>\n\n\n\n<p>Mahula, funcion\u00e1rio de uma empresa de comunica\u00e7\u00e3o, aguarda h\u00e1 dois meses por uma nova consulta e continua com o bra\u00e7o engessado, lamentando a falta de informa\u00e7\u00f5es que contribui para o agravar do estado de sa\u00fade de muitos pacientes.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cVai ainda a quest\u00e3o da demora, s\u00f3 para marcar a primeira consulta eu j\u00e1 fiquei l\u00e1 durante quatro horas \u00e0 espera e no dia a consulta podes chegar l\u00e1 as 07:00 e apenas sa\u00edres do hospital as 17:00 (\u2026). Acho que temos hospitais bons, mas o pessoal \u00e9 que n\u00e3o \u00e9 bom\u201d, atirou o paciente, que, como recurso, come\u00e7ou o tratamento numa cl\u00ednica privada, onde diz ser atendido com humanidade.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 entrada principal da sede do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, na Avenida Am\u00edlcar Cabral, centro de Luanda, dezenas de cidad\u00e3os transformaram os passeios em dormit\u00f3rios, o espa\u00e7o que encontraram para se acomodar enquanto esperam por not\u00edcias dos seus familiares, internados no Hospital Josina Machel.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta unidade hospitalar, uma das maiores e mais antigas do pa\u00eds, recebe doentes de v\u00e1rias prov\u00edncias, cujos familiares tamb\u00e9m relatam dificuldades para aceder \u00e0 unidade hospitalar.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cIsso surge porque as pessoas l\u00e1 dentro [do hospital] n\u00e3o t\u00eam uma melhor aten\u00e7\u00e3o para com os pacientes, porque pelo menos um doente estaria l\u00e1 acompanhado de um familiar, mas isso n\u00e3o acontece e temos que estar fora e isso \u00e9 mau\u201d, disse \u00e0 Lusa Sara Mariano.<\/p>\n\n\n\n<p>A reformada, de 64 anos, sentada num dos passeios do conhecido pr\u00e9dio inacabado da Maianga, apontou para a necessidade de se melhorar o acesso \u00e0 assist\u00eancia m\u00e9dica e medicamentosa dos cidad\u00e3os angolanos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFalta muita coisa para melhorar, porque, por exemplo, a pessoa vai fazer a consulta e n\u00e3o tem medicamentos, tem de procurar fora do hospital e, nesse caso, muitos, estamos sem condi\u00e7\u00f5es para comprar medicamentos, \u00e9 complicado\u201d, desabafou.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 perto do meio-dia, mais de uma dezena de pessoas, entre homens e mulheres, preocupadas com a sa\u00fade dos seus entes, ainda repousavam em sono profundo por cima de papel\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Luzia Ant\u00f3nio Manuel, 32 anos, teve de acorrer \u00e0 Maternidade Augusto Ngangula, distrito urbano da Ingombota, para acudir a irm\u00e3 mais nova, gr\u00e1vida, que precisava fazer uma ecografia extra-hospitalar.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFic\u00e1mos aqui porque os t\u00e9cnicos chamaram para fazer uma ecografia (&#8230;) e, ent\u00e3o, tivemos de ir aqui no Bairro Oper\u00e1rio, num consult\u00f3rio privado para poder fazer a ecografia\u201d, explicou, referindo que tal movimenta\u00e7\u00e3o pode colocar em perigo a vida da gestante e do respetivo beb\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p>A Lusa tentou ainda contactar um funcion\u00e1rio, que se escusou a falar por falta de autoriza\u00e7\u00e3o, e a equipa m\u00e9dica em servi\u00e7o no Ngangula, mas os efetivos da seguran\u00e7a n\u00e3o permitiram o acesso \u00e0 maternidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alguns pacientes e familiares relataram \u00e0 Lusa situa\u00e7\u00f5es dram\u00e1ticas no acesso aos servi\u00e7os de sa\u00fade p\u00fablica em Angola e afirmaram que neglig\u00eancia, mau atendimento, falta de medicamentos e de recursos humanos s\u00e3o respons\u00e1veis pelo \u201cacelerar\u201d das mortes hospitalares. 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