{"id":1314,"date":"2024-02-11T14:06:31","date_gmt":"2024-02-11T17:06:31","guid":{"rendered":"https:\/\/ajustica.net\/?p=1314"},"modified":"2024-02-11T14:07:55","modified_gmt":"2024-02-11T17:07:55","slug":"angolanos-fogem-do-pais-para-sobreviver","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ajustica.net\/index.php\/2024\/02\/11\/angolanos-fogem-do-pais-para-sobreviver\/","title":{"rendered":"ANGOLANOS FOGEM DO PA\u00cdS PARA SOBREVIVER\u2026"},"content":{"rendered":"\n<p>Migrantes angolanos representam metade dos estrangeiros que viveram em abrigos mantidos pela prefeitura da cidade brasileira de S\u00e3o Paulo e organiza\u00e7\u00f5es parceiras em 2023, de acordo com as autoridades locais. Mais um motivo de orgulho para quem (e a culpa \u00e9 dos 500 anos de governa\u00e7\u00e3o colonial portuguesa, dir\u00e1 o general Jo\u00e3o Louren\u00e7o) \u00e9 dono de Angola h\u00e1 quase 50 anos, o MPLA.<\/p>\n\n\n\n<p>Dados revelados pela Secretaria Municipal de Assist\u00eancia e Desenvolvimento Social (SMADS) da Prefeitura de C\u00e2mara de S\u00e3o Paulo indicam que no ano passado foram acolhidos 6.896 estrangeiros, de 97 nacionalidades, nos abrigos p\u00fablicos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPara se ter uma no\u00e7\u00e3o de como vem aumentando o fluxo migrat\u00f3rio, especialmente de angolanos para S\u00e3o Paulo, no ano de 2020 tivemos [o registro de] 2.550 angolanos e angolanas que vieram para S\u00e3o Paulo. Em 2022, logo ap\u00f3s a pandemia, chegamos a 5 mil. Nesse ano, [2023] n\u00f3s chegamos a 3.390. Ou seja, \u00e9 um n\u00famero que vem crescendo significativamente a cada ano\u201d, disse \u00e0 Lusa o secret\u00e1rio de Assist\u00eancia e Desenvolvimento Social de S\u00e3o Paulo, Carlos Bezerra J\u00fanior.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados mostram que os angolanos totalizaram pelo menos metade dos estrangeiros sem resid\u00eancia fixa a viver em S\u00e3o Paulo no ano passado, e que acabaram por recorrer aos abrigos p\u00fablicos em busca de um lugar para morar.<\/p>\n\n\n\n<p>Questionado sobre as raz\u00f5es que motivam os angolanos a procurarem uma nova vida na maior cidade do Brasil, o secret\u00e1rio disse que a maioria alega fugir de persegui\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, conflitos religiosos, viol\u00eancia, condi\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas adversas ou est\u00e1 \u00e0 procura de atendimento m\u00e9dico, tendo esta \u00faltima raz\u00e3o atra\u00eddo um fluxo migrat\u00f3rio importante de angolanas gr\u00e1vidas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs angolanos acabam vindo para a cidade em busca de melhores condi\u00e7\u00f5es, de melhores possibilidades para si mesmos e para o nascimento dos seus filhos\u201d, acrescentou o secret\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>A Lusa esteve no Centro de Acolhida (CA) \u2014 Scalabriniana, uma miss\u00e3o cat\u00f3lica que recebe estrangeiros na zona norte de S\u00e3o Paulo em parceria com a Prefeitura, e verificou que em Janeiro o local abrigava 137 angolanos entre cerca de 190 acolhidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Marcelo Macama Ngoma, de 38 anos, um biom\u00e9dico que vivia em Luanda, alojado no centro de acolhimento, contou que acabara de aterrar em S\u00e3o Paulo e procurou imediatamente o abrigo onde pretende ficar at\u00e9 conseguir um emprego.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSou t\u00e9cnico superior, sou licenciado em biomedicina e vim em busca de melhores condi\u00e7\u00f5es de vida porque no meu pa\u00eds as coisas n\u00e3o est\u00e3o boas\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>O angolano afirmou que o seu interesse em migrar para o Brasil come\u00e7ou quando conheceu alguns brasileiros em cl\u00ednicas m\u00e9dicas onde trabalhou em Angola e decidiu mudar-se para o pa\u00eds para fixar resid\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Lumengu Luamuif\u00ed, angolana de 41 anos, explicou que deixou o marido em Luanda e viajou para o Brasil com duas filhas com a inten\u00e7\u00e3o de trabalhar no com\u00e9rcio, actividade que j\u00e1 exercia, e que tamb\u00e9m pretende fixar resid\u00eancia no pa\u00eds, embora tenha encontrado dificuldades logo \u00e0 chegada.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu achava que ia encontrar uma [pessoa] da minha fam\u00edlia aqui. [\u2026] Mas ao partir de da Angola, uma pessoa falou que ela n\u00e3o estava mais aqui no Brasil, j\u00e1 foi para os Estados Unidos\u201d, contou.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s aterrar e n\u00e3o encontrar quem poderia abrig\u00e1-la, a angolana passou a noite no aeroporto com as filhas, onde disse ter sido ajudada por uma mulher que a informou sobre os centros de acolhimento que existem na cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Pedro Belarmino Makasa, de 52 anos, explicou que est\u00e1 no Brasil \u00e0 procura de aperfei\u00e7oamento t\u00e9cnico-profissional e, embora n\u00e3o tenha um prazo determinado de perman\u00eancia, pretende voltar a Angola.<\/p>\n\n\n\n<p>Makasa relatou que tinha contacto com um amigo angolano que morava em S\u00e3o Paulo que disse que poderia acolh\u00ea-lo, mas quando chegou soube que esse amigo havia mudado para o estado de brasileiro de Santa Catarina.<\/p>\n\n\n\n<p>Sem lugar para ficar, contou que conheceu um motorista de t\u00e1xi e pastor evang\u00e9lico angolano que o acolheu por tr\u00eas dias e depois o levou at\u00e9 um centro de atendimento da Prefeitura onde, depois, foi encaminhado para o Centro de Acolhida (CA) \u2013 Scalabriniana.<\/p>\n\n\n\n<p>Na verdade, continua a subir n\u00famero de angolanos que todos os meses abandona o pais para fixar resid\u00eancia, no estrangeiro particularmente no continente europeu e americano. Mas isso n\u00e3o preocupa o governo do MPLA, desde logo porque \u2013 regra geral \u2013 os que fogem do pa\u00eds s\u00e3o cidad\u00e3os que, ao contr\u00e1rio da regra do MPLA, n\u00e3o t\u00eam o c\u00e9rebro ligado aos intestinos.<\/p>\n\n\n\n<p>Um relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo de Portugal mostra que, em 2020, Angola foi o segundo pa\u00eds com mais pedidos de asilo e o quarto na solicita\u00e7\u00e3o de nacionalidade portuguesa. Desde 2017 (ano em que \u201cdeus\u201d delegou em Jo\u00e3o Louren\u00e7o a sua representa\u00e7\u00e3o em \u00c1frica), o n\u00famero tem vindo a crescer.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a mesma fonte, os emigrantes n\u00e3o est\u00e3o apenas desesperados por um emprego, pois h\u00e1 jovens com sal\u00e1rios acima de um milh\u00e3o de Kwanzas e margens para crescer na profiss\u00e3o que abandonaram tudo, cansados das condi\u00e7\u00f5es que Angola oferece, ou procurando condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas, como seguran\u00e7a, educa\u00e7\u00e3o de qualidade, sa\u00fade e estabilidade naquele pa\u00eds europeu.<\/p>\n\n\n\n<p>O Consulado do Brasil em Angola, por exemplo, recebeu, de Outubro de 2022 a Janeiro de 2023, mais de 12 mil pedidos de visto, um n\u00famero superior comparativamente aos anos anteriores.<\/p>\n\n\n\n<p>O n\u00famero de angolanos a chegarem aos Estados Unidos tem tamb\u00e9m vindo a aumentar nos \u00faltimos anos a maior parte pedindo asilo politico quando chegam ao pa\u00eds principalmente atrav\u00e9s da fronteira sul, vindo dos M\u00e9xico onde chegam geralmente via Brasil. Grande parte dos imigrantes angolanos nos Estados Unidos escolhem estados do nordeste como Maine.<\/p>\n\n\n\n<p>Estudos indicam que os principais destinos dos angolanos s\u00e3o Portugal, Fran\u00e7a, Brasil e Estados Unidos, mas um grande n\u00famero deixam o pa\u00eds para a Nam\u00edbia e \u00c1frica do Sul<\/p>\n\n\n\n<p>Folha 8 com Lusa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Migrantes angolanos representam metade dos estrangeiros que viveram em abrigos mantidos pela prefeitura da cidade brasileira de S\u00e3o Paulo e organiza\u00e7\u00f5es parceiras em 2023, de acordo com as autoridades locais. 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