Os trabalhadores da Empresa Pública de Água e Saneamento de Benguela encontram-se em greve, em protesto contra o alegado incumprimento de compromissos assumidos pela entidade patronal. A paralisação foi convocada pela comissão sindical, que acusa a administração da empresa de não honrar acordos previamente estabelecidos com os colaboradores.

De acordo com o representante sindical, Egas César, os trabalhadores decidiram avançar para a greve depois de várias tentativas de diálogo sem resultados satisfatórios.

“As reivindicações incluem questões salariais, condições de trabalho e cumprimento de benefícios acordados”, afirma a comissão sindical.

Por sua vez, o Conselho de Administração da empresa diz ter sido apanhado de surpresa pela paralisação. O director administrativo, Paulo Lemos, garante que a direcção tem mantido abertura ao diálogo e considera que a greve não reflecte o esforço que tem sido feito para resolver as preocupações dos funcionários.

A greve na EPASB poderá afectar o fornecimento de água potável em várias zonas da província de Benguela, caso não haja entendimento entre as partes nos próximos dias, segundo fontes sindicais e administrativas.

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